12 Comentários
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Avatar de Rafael Bianco

O melhor do texto é que ele é exatamente o que alunos e não alunos deveriam ter feito lá no mês do Worldbuilding (uns 2 meses atrás) mas não fizeram.

E maioria continuará inerte até que uma desgraça decaia sobre suas vidas e os limite.

As pessoas não aproveitam as chances que a vida dá. Não aproveitam o tanto de oportunidades para crescer que existem, nem precisa ser todas, apenas uma.

Bom, espero e torço para que os leitores não esperem a desgraça sentar-se na sala para tomarem providência.

Avatar de Lucas Canhaci

O melhor texto que li na semana, meu deu ainda mais motivação para continuar fazendo o que comecei nessa semana.

Eu: lancei uma mentoria; comecei a produzir conteúdo para o Instagram para aprender a falar com a câmera; cobrei um valor pela mentoria que nunca tinha cobrado em nada educacional ainda.

O money é de quem faz 🤘

Avatar de Carlos André

De fato, o melhor texto que li na semana!

Avatar de Caio Neves

Cara, estou no dilema do nicho. Não entendi 100% quando disse sobre...

Não nichar é uma burrice por achar que entende de todos os nichos? Precisamos nichar naquilo que conhecemos?

Avatar de Rafael Henrique Censon

Não e sim. A burrice está mais em ficar considerando dezenas de nichos diferentes porque você tem a impressão de que conhece todos eles e pode dar certo em todos eles. Se você colocar no papel o que você pode vender, você vai perceber que não possui tantas opções quanto imagina. Alguns exigem conhecimentos bem específicos, outros investimentos maiores e por aí vai. Esse tipo de dificuldade uma pessoa com experiência esclarece para você. Dá uma lida neste texto aqui: https://luismarrafon.substack.com/p/nichar-ou-nao-nichar

Avatar de Caio Neves

Eu vou para o foco em médicos pelo cuidado com estética e tudo mais que fui desenvolvendo em branding, mas depois penso que teria mais nichos que também se preocuparia. Por isso a dúvida.

Avatar de Kacio willian

Você não precisa ler todos os textos de todas as News que tem no Substack. Você só precisa ler as coisas certas, como esse texto do Rafael. Quê cirúrgico. Me vi nesse texto que de forma brilhante expôs minhas mazelas. Parabéns, profe. E bora cometer erros (rápido).

E esse trecho…

“Você precisa FAZER e fazer exige um pouco de coragem. Você não ganha coragem se escondendo, mas se expondo. Você não está “paralisado” porque sabe muito, esse é o jeito nobre de dizer que você tem medo de descobrir que não é tão inteligente quanto pensa.”

BRILHANTE!

Avatar de Daniel

Mermão, que texto foda!

Estava em um dia de merda e você me ajudou.

Avatar de Larissa Paiva

Eu não iria novamente ao Intervales. É loucura: aranhas e cobras peçonhentas e o pronto socorro mais próximo fica a pelo menos uma hora de distância de carro — sendo que no meio de uma trilha podemos levar o mesmo tempo até chegar ao carro. Fora as onças. Qual chance teria eu se uma decidisse me atacar? (Ironicamente, carreguei pedras nos bolsos, minhas pedrinhas-placebo). Realmente, eu não iria. Mas quando fui numa viagem em família, dentro de umas três caminhadas, tive que aceitar o zumbido dos insetos voadores que me assustavam. Atravessei cavernas, mirei aranhas e sapos. E tive que fazer isso tudo sem sentir tanto medo, tanta angústia. O cérebro foi forçado a dessensibilizar. Não dava para comunicar "medo" às minhas entranhas todas por tanto tempo (os três dias em que caminhei entre vegetação, insetos, cavernas e cachoeiras). É o que esse texto comunica. Tenho medo do fracasso, do julgamento, de descobrir que fiz algo ruim e levei o dinheiro e a confiança do cliente. Mas é com a exposição que a sensibilidade cai. Acostumar-se ao sentimento de humilhação talvez seja o caminho para fazer algo que o orgulho trava. Baixa autoestima pode muito bem andar junto ao orgulho — "não suporto que tenham um feedback ruim sobre mim". Ir ao Intervales novamente e correr o risco de perder a vida para as garras de um felino selvagem não me parece valer a pena. Mas as garras do mercado valem.